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Empreendedorismo feminino: 5 startups fundadas por mulheres

Redação DuMoney 29 de agosto de 2018 atualizado às 16:33

O número de startups fundadas por mulheres ainda é baixo nos EUA. Veja cinco mulheres que criaram suas empresas e lucram em suas áreas de atuação

mulher apoiada em uma mesa

De 100 empreendedores apenas 17 são mulheres, nos EUA / Shutterstock

 

Nos Estados Unidos, a cada 100 empreendedores apenas 17 são mulheres. Segundo o portal de dados Crunchbase, entre 2009 a 2012, o número de startups fundadas por mulheres cresceu apenas 8%. A demora no crescimento desses índices é preocupante e demonstra a falta de representatividade feminina no mundo dos negócios.

Infelizmente, esse dados não são muito diferentes no Brasil.  Uma pesquisa da Associação Brasileira de Startups (ABStarups) aponta que 74% das equipes de startups são formadas por homens e quase 90% das empresas de inovação e base tecnológica são comandadas por eles.

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Para servir de inspiração às potenciais empreendedoras, o DuMoney listou cinco mulheres destacadas pela revista Inc. como as mais inovadoras dos últimos tempos. O quinteto é um exemplo de sucesso feminino em um mercado em que a desigualdade de gênero é enorme. Leia e tente melhorar esse índice na sua empresa.

 

Whitney Wolfe – Bumble

Co-fundadora do Tinder, Whitney teve um término ruim com a empresa chegando ao ponto de entrar com um processo por discriminação de gênero. Depois dessa desilusão ela criou o Bumble – outro app de paquera similar ao Tinder – que já tem cerca de 20 milhões de usuários. Só que esse é centrado na figura da mulher. Whitney expandiu seu negócio lançando o BumbleBizz, uma plataforma de networking para mulheres.

 

Jean Brownhill – Sweeten

Já tentou contratar um bom empreiteiro? Se sim, sabe como é cansativo o processo e como é difícil achar os bons. Este é o problema que Jean resolveu com o Sweeten. Sendo arquiteta, estava dentro do mercado e percebeu que se era difícil para ela, devia ser difícil para todo mundo, dentro e fora do ramo. O serviço baseado na web conecta arquitetos e designers de interiores com empreiteiros bem avaliados e ainda mantém registros do andamento dos projetos. Está disponível em Nova York e na Filadélfia, mas Jean tem planos de expansão para mais oito cidades.

 

Katerina Schneider – Ritual

Quando engravidou, Katerina começou a tomar vitaminas e ao pesquisar sobre elas viu como eram ultrapassadas. Os compostos vitamínicos no mercado hoje em dia são baseados na dieta que humanos tinham 60 anos atrás. Ao fundar a Ritual ela reconstruiu os componentes de polivitamínicos do zero. Por exemplo, ômega-3 extraído de algas e não de peixes e retirou o ácido fólico que, segundo pesquisas, não é processado pelo organismo de cerca de um terço das mulheres.

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Carol Reiley – Drive.ai

Carol trabalhou com robótica durante 17 anos e agora ela e sua equipe estão equipados com cerca de US$ 62 milhões em capital de investimentos para construir o “cérebro” que comanda carros autônomos. O que coloca a Drive.ai em posição de enfrentamento com as empresas mais poderosas do mundo incluindo Uber, Tesla e GM.

 

Nadia Boujarwah – Dia&Co

Ex analista de Wall Street transformou uma decepção pessoal em negócio. Percebendo a falta de marcas de roupas que fabricassem peças plus-size. A Dia&Co funciona como uma estilista particular que escolhe roupas baseada no perfil da pessoa e manda as roupas para o endereço fornecido. A empresa já tem cerca de US$ 25 milhões em capital de investimento e atende um mercado que foi ignorado por muito tempo – das mulheres plus-size – e que tem valor estimado de US$ 21 milhões.

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