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Semestre de Alta e Recordes na Bolsa Brasileira

Redação DuMoney 1 de julho de 2019 atualizado às 11:37

Quem investiu na Bolsa no primeiro semestre pode comemorar: alta acumulada chegou a quase 15% (foto Ag. Brasil)

 

Encerrado o primeiro semestre de 2019, é bom fazer um balanço dos investimentos e observar o movimento da Bolsa de Valores no Brasil. Junho será lembrado para sempre pelos investidores. A bolsa bateu o recorde histórico de pontos. Na sexta-feira (28), o Ibovespa, principal índice da B3, fechou o mês aos 100.967 pontos, com alta de 0,24% e o dólar a R$ 3,83, com alta de 0,20%.

A expectativa de queda na taxa de juros continua empurrando investidores para a bolsa em busca de melhor rentabilidade. Recentemente a B3 atingiu a marca de 1 milhão de investidores pessoa física.

A alta de quase 15% nos primeiros seis meses de 2019 deixa qualquer investidor otimista.

O cenário econômico não justificou a alta. Os sinais de fraco crescimento econômico deixam o ambiente para investimentos mais cauteloso. A reforma da Previdência também caminha lentamente, mas a aprovação é dada como certa no mercado. É justamente essa antecipação que vem puxando o Ibovespa.

POLÍTICA

A semana teve mais um atraso: a notícia de que a reforma da Previdência não seria votada na Comissão Especial. Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, decidiu adiar a votação e o Ibovespa caiu 1,9% na terça-feira. O dólar voltou a figurar acima de R$3,85.

Maia negocia a inclusão de estados e municípios na proposta. É uma demanda cara especialmente para governadores, que estão com orçamentos estourados e querem aproveitar a tramitação nacional para agilizar o processo de acerto das contas.

Para o mercado financeiro, a reforma já passou e estima uma ecvonomia na casa de R$700 a R$900 bilhões. A lentidão poe empurrar a votação para depois do recesso parlamentar, retardando a queda dos juros e a recuperação da economia.

Congresso

A economia segue com dificuldades de retomar seu crescimento. As projeções do relatório Focus do Banco Central já colocam expectativa de crescimento de 0,87% neste ano e os indicadores de inflação vão perdendo força. O IGP-M recuou de 7,64% de aumento em 12 meses para 6,51%. Por sua vez, o IPCA-15 caiu de 4,93% para 3,84%.

Leia mais: DESEMPREGO CAI. ECONOMIA ESTÁ REAGINDO?

 

 

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