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Como funciona a 2ª geração da computação em nuvem

Redação DuMoney 29 de novembro de 2018 atualizado às 18:42

Não basta apenas guardar informação, é preciso processá-las: a tecnologia da computação em nuvem entra em uma nova fase.

 

Computação em nuvem: segurança migrou de data center físico para os virtuais / Schutterstock

 

O caminho para o serviço de banco de dados está nas nuvens – ou melhor, na computação em nuvem. Isso é o que gigantes da tecnologia como IBM, Amazon e a Microsoft definiram desde a última década, quando começaram o processo de substituição dos data centers físicos e mudaram para servidores na nuvem.

Mas surge no horizonte uma espécie de reinvenção do mercado. E a inovação passa por oferecer uma nuvem que não apenas guarda informações. Ou seja, faz isso e algo a mais.

Na prática, quem tenta capitanear o movimento é a Oracle – gigante americana de banco de dados. O protagonismo da empresa pode soar estranho para alguns, porque, para muitos especialistas do mercado, a companhia demorou a entender o mercado de computação em nuvem e vem correndo atrás das concorrentes há anos.

APOSTA NA NOVA GERAÇÃO

Apesar de ter saído (e ficado) atrás, a Oracle parece que entendeu que precisaria entregar uma novidade para tentar ultrapassar os concorrentes. E o que fez? A empresa apostou na utilização mais otimizada da tecnologia em nuvem: pretende tornar a nuvem inteligente. Em outras palavras, vai continuar guardando informações, mas também ficará apta a processá-las e torná-las úteis.

Sendo assim, toda vez que uma empresa utilizar o serviço, terá seus dados protegidos, mas, por exemplo, a nuvem inteligente da Oracle poderá agrupar ou separar informações que ajudarão a resolver um problema ou melhorar um negócio.

“O que a Oracle está oferecendo é um banco de dados estruturado. Ou seja, um sistema que consegue trabalhar tanto com poucas, quanto com muitas informações e entregar insights valiosos para os clientes dela. É algo muito difícil de ser feito. Mas, se der certo, será uma reinvenção no mercado”,  afirma o engenheiro do IME, Claudio Sá de Abreu, dono da Via Link.

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Tecnicamente, essa 2ª geração da computação em nuvem, para quem é do mercado, é o movimento que a Oracle faz de migrar do formato “plataforma como serviço” para “infraestrutura como serviço”. E, segundo o CEO da empresa, Larry Ellison, cobrando menos do que os seus rivais.

CUIDADO COM A SEGURANÇA

Em uma época que os cuidados com a segurança digital é fundamental, a Oracle resolveu apostar no segmento, com foco na privacidade dos servidores. De acordo com o presidente, a empresa precisou investir muito para que conseguisse oferecer um serviço que não ficasse exposto aos ataque de hackers.

Empresas gigantes do Vale do Silício, como o Facebook,  sabem bem o risco disso.

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