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6 formas do seu e-commerce competir com a Amazon

Redação DuMoney 11 de setembro de 2018 atualizado às 12:09

Competir com a Amazon não é tão impossível como você pensa. Lojas de pequeno porte podem se diferenciar da gigante do varejo e abocanhar públicos específicos. Veja como

teclado com ícone de carrinho de compras no lugar do enter

Para competir com a Amazon basta oferecer o que ela não pode / Shutterstock

 

A Amazon que bateu, no início do mês, a marca de US$ 1 trilhão em alor de mercado – se consolidou como a maior plataforma de vendas online do mundo. Seus entusiastas não cansam de exaltar sua rapidez, conveniência, baixos preços e variedade de estoque. Para quem tem uma loja pequena ou média, deve soar como uma luta impossível de ser vencida. Afinal, como competir com uma gigante desse porte?

Apesar de todas as suas qualidades, a empresa de Jeff Bezos peca em alguns quesitos e é aí que onde está a chance do empreendedor. Rapidez, conveniência e estoque variado são características que agradam algumas pessoas, mas alguns diferenciais são determinantes e muito mais fácil de serem implementados por empresas menores.

Um bom vendedor pode se concentrar em oferecer experiências que a Amazon não pode, em vez de tentar vencê-la em seu próprio jogo.

O Nielsen Normam Group fez uma pesquisa sobre a experiência de usuários em e-commerce, e com base nos resultados o DuMoney reuniu seis dicas para você aproveitar brechas deixadas pela Amazon.

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1. Garantir produtos e avaliações de qualidade e confiabilidade

Devido ao tamanho da empresa e do inventário, é fácil de se proliferarem avaliações falsas e produtos de má qualidade comercializados por terceiros. A Amazon se esforça para impedir que isso aconteça, mas, devido a sua operação gigantesca, não consegue erradicar

Lojas menores têm mais controle  suas mercadorias e avaliações do que gigantes como a Amazon. Logo, é importante valorizar as marcas que estão, por exemplo, no seu e-commerce. Marcas renomadas garantem pontos extra com os usuários. Em relação às avaliações,  tente exigir confirmação por e-mail de todos os comentários postados ou permitir apenas que endereços que compraram o item em análise comentem.

 

2. Reduza o esforço do usuário

Pode ser bem complicado navegar pelas opções oferecidas pela Amazon. Os participantes da pesquisa indicaram que se sentem ansiosos e sobrecarregados com opções ao fazer compras online. Reduzir o esforço necessário para que os usuários concluam atividades em seu site deve ser uma meta geral.

Fornecer um conjunto pequeno e direcionado de opções de produtos pode limitar a quantidade de trabalho envolvida durante a navegação e a comparação de opções. Os recursos de pesquisa de site que incluem filtros personalizados para cada tipo de produto também ajudam na hora de organizar as compras. E mais: vários itens na Amazon têm nomes mal escritos ou muito longos, dificultando a compreensão do usuário.

 

3. Invista em relacionamento com o cliente

Ninguém vende velocidade e conveniência mais do que a Amazon, mas tem como se tornar interessante para os usuários que valorizam esses aspectos.

Tente cultivar seu relacionamento com os clientes oferecendo benefícios aos clientes fiéis. Alguns varejistas oferecem recursos de checkout rápidos, semelhantes aos oferecidos pela Amazon. Considere se algum item do seu inventário de produtos seria adequado para a compra instantânea de quem já for cadastrado.

 

4. Suporte para compras via smartphone

Uma pesquisa  sobre as últimas tendências em e-commerce publicado pela GlobalWebIndex indicou que dispositivos móveis agora estão muito envolvidos na jornada dos clientes. Muitos usuários descobriram ou até pesquisaram produtos primeiro em seus smartphones.

Esse aumento se deve a evolução de ferramentas como o Paypal, Apple Pay ou Android Pay e também ao fato de que as redes sociais viraram vitrine de lojas de e-commerce. Muitas jornadas de compras incluem o uso de mídias sociais para encontrar os produtos desejados.

Por isso, pequenas marcas e varejistas estão em uma posição melhor do que a Amazon. Têm mais espaço para criar um conteúdo envolvente e inspirador que exiba seus produtos em uso e leve os usuários ao site. Quando chegam lá, uma experiência de usuário melhor que a da Amazon pode transformá-los em clientes.

 

5. Forneça experiências únicas

Algumas lojas de nicho podem aprimorar a experiência de compra tradicional com toques experimentais, personalizados e detalhados que os diferenciam de grandes plataformas como a Amazon.

Elementos personalizados e experimentais são facilmente implementados no ambiente on-line. O varejista de roupas masculinas, Indochino, por exemplo, tem showrooms online em que oferece uma experiência que vai desde personalização de medidas e escolha do tecido do revestimento até a escolha de monogramas a serem gravados em cada peça. Ou seja, o site permite que os clientes selecionem todos os detalhes de suas roupas por meio de uma ferramenta de personalização.

Mas essa experiência de usuário não pode parar no pedido, a embalagem de boa qualidade e a experiência de unboxing (ato de abrir a encomenda) estendem esse elemento para a casa do cliente.

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6. Não menospreze o serviço de atendimento ao cliente.

Atender bem o seu cliente não é só pelo telefone.  Na web, bom atendimento quer dizer fácil acesso às informações, incluindo um número de telefone visível e fácil de achar no site.

De acordo com pesquisas, quase 58% das chamadas de atendimento ao cliente vêm de visitantes do site que tentaram, mas não puderam resolver seus problemas on-line. Ou seja, o cliente só liga em último caso. Os usuários gostam de resolver seus problemas sozinhos, mas para isso precisam de informações disponíveis na página.

Também é importante dar valor ao pós venda. O relacionamento com o cliente não acaba quando ele paga, nem quando recebe o produto. Na verdade, apenas começa.

 

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