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3 Macetes Para Sair do Sufoco e Pagar as Dívidas

Muitos jovens estão começando a estruturar seu orçamento e já deslizam em dívidas. Antes que isso vire uma dor de cabeça ainda maior, analise estas dicas para começar a sair do buraco.

Redação DuMoney 21 de maio de 2019 atualizado às 07:01

Pagar as dívidas não é uma tarefa confortável; estabeleça um plano e siga o passo a passo. (Steve Buissinne/Pixabay)

 

Quando se enfrenta um cenário negativo pela primeira vez, ele parece assustador. Muitos jovens estão começando a estruturar seu orçamento e já deslizam em dívidas. Antes que isso vire uma dor de cabeça ainda maior, analise estas dicas para começar a sair do buraco.

Seja confiante e lembre-se que você vai reconstruir sua base financeira e para isso precisa enfrentar a dívida. Não será fácil, por isso tenha em mente seu objetivo: buscar a saída o quanto antes. Acredite: aprendendo a reservar o dinheiro para pagar as dívidas você vai criar um hábito. E depois de saldar os débitos, vai poder começar a POUPAR e INVESTIR.

1 – Estabeleça as prioridades:

Provavelmente, você tem mais de um tipo de dívida. Os quatro principais tipos de dívida incluem cartões de crédito, contas atrasadas, empréstimos para automóveis e, uma novidade, os empréstimos estudantis.

Coloque isso em sua cabeça agora: a dívida precisa ser priorizada por taxa. Você precisa fazer um balanço de qual dívida fica maior a cada mês. Coloque-as em uma lista do maior para o menor.

Agora use a lista para pagar a dívida com a maior taxa de juros primeiro, que geralmente é no seu cartão de crédito. Você deve fazer isso porque os juros sobre esse tipo de dívida vai aumentar mais rápido.

Normalmente, a dívida deve ser paga nesta ordem:

1. Cartões de crédito e cheque especial: porque eles têm as maiores taxas de juros, então esta forma de dívida cresce mês a mês.

2. Empréstimos de carro: porque um carro já é um item depreciável; não faz sentido pagar mais juros, pois o patrimônio diminui de valor.

3. Contas atrasadas que tem juros menores (no caso de telefone, tv a cabo, água, luz – o problema é o corte do fornecimento do serviço); estas dívidas podem ser roladas. Você paga uma atrasada e atrasa novamente para saldar uma parte da dívida do cartão de crédito, por exemplo.

4. Empréstimo estudantil, porque eles são de longo prazo e, portanto, vão atrasar sua poupança e seus investimentos futuros.

2 – DEFINA UMA PROGRAMAÇÃO.

Faça um cronograma para pagar sua dívida e não a arraste. Agende seus pagamentos para sair automaticamente do seu salário a cada mês; para que você não tenha sequer a chance de gastar esse dinheiro em outra coisa. Não custa tanto se você nem chega a ver o dinheiro.

Dê a si mesmo um cronograma realista para os pagamentos, mas não se folgue com prazos confortáveis. Pagar a dívida não é uma coisa confortável. Não se esqueça: quanto mais tempo você arrastar, mais dinheiro você estará gastando e perdendo energias. E mais: você está enganando a si mesmo se afrouxar.

3 – BAIXE SUAS TAXAS.

Ligue para a empresa de cartão de crédito e peça taxas mais baixas. Esta possibilidade existe, não se acanhe. E negocie tudo: contas médicas, contas de tv a cabo e, claro, a multa pelo atraso na prestação do carro ou de outro bem. Não aceite o preço dos boletos. Os credores tem sempre um “incentivo” para que você pague a dívida, mesmo a uma taxa mais baixa; especialmente se for “dívida não garantida”, como a dívida de cartão de crédito, já que eles não têm nenhuma garantia hipotecada ( ao contrário da “dívida garantida”, que é apoiada por um bem que pode ser retirado se você não pagar). Então tente e tente novamente. Você também pode ter sucesso se tiver um um plano para enfrentar as dificuldades.

Em Educação Financeira

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