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Economia compartilhada: Conheça 9 aplicativos que rentabilizam na base da troca

Redação DuMoney 22 de outubro de 2018 atualizado às 17:07

A nova Economia é Compartilhada: além de promover uma forma de consumo mais consciente, esse novo modelo de negócios ajuda as pessoas a ganharem ou a economizarem dinheiro

 

Ideia da Economia Compartilhada fomentou a criação de aplicativos / Schutterstock

 

A Economia Compartilhada tem desafiado os modelos tradicionais de negócios. De uma hora para outra, há mais concorrentes, com novas estruturas de negócio, que oferecem preços competitivos e qualidade, e que pressionam a atividade regulatória do Estado. O grande atrativo, além da vantagem financeira, está em viabilizar o acesso para o tamanho da sua necessidade.Como no mundo digital, há uma materialização de uma vida on demand.

É possível ir de carro pra balada sem se preocupar se vai ter vaga; passar as férias em Barcelona sem pagar o preço absurdo de um hotel e fazer passeios de bike todo fim de semana sem ter de guardar a bicicleta na sala de casa. Nesse tipo de negociação – que talvez você já use, mesmo sem saber -, o papel do fornecedor também é exercido pelo indivíduo comum. Gente como você, que pode lucrar com aquele quarto vago, com o vestido que usou apenas na formatura ou com o carro que sai da garagem poucos dias no mês.

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O DuMoney listou alguns apps e plataformas que colocaram o Brasil na onda da Economia Compartilhada, desde os gringos famosos Uber e Airbnb a outros nacionais que vão ganhando clientela no ritmo das transformações desse admirável mundo novo.

1. UBER

Criada em 2009, a hoje gigante e famosa Uber é uma das startups mais valiosas do mundo, presente em 37 países. Pela plataforma, que funciona por geolocalização, você chama o motorista mais próximo e a corrida pode ser paga diretamente pelo app ou em dinheiro, de acordo com a opção selecionada na hora do pedido.

2. AIRBNB

Também famosa e também figurando no ranking das mais valiosas do mundo. Possibilita a comunicação entre turistas e donos de imóveis de toda parte. O ponto que mais chama atenção é o leque de opções: mesmo com pouco dinheiro, é possível arranjar um lugar para dormir em quase qualquer lugar – apesar de a empresa estar sofrendo sanções em algumas cidades da Europa.

3. YELLOW

Startup criada este ano pelos donos da 99Táxis, disponibiliza mais de 20 mil bicicletas nas ruas de São Paulo. O objetivo é oferecer compartilhamento das bikes sem o uso de estações, ou seja, o usuário consegue pegar e deixar em qualquer lugar. As unidades têm um GPS, que permite que sejam encontradas, e elas ficam presas pela roda traseira por um cadeado eletrônico. Por meio de código de barras ou QR code, é liberado pelo app do usuário.

4. DOG HERO

Às vezes é um grande apuro encontrar um local para deixar o cãozinho de estimação quando se vai viajar. A brasileira Dog Hero é a maior empresa de hospedagem de cães da América Latina. Com o app, os usuários se conectam a pessoas que se dispõe a cuidar do pet – e todos são entrevistados para garantir que sejam anfitriões confiáveis. O anfitrião manda fotos e videos de seu cãozinho durante o período que está hospedando e a plataforma cobre até R$ 5 mil em gastos veterinários se for necessário. Além disso, também está disponível o serviço de passeadores no Rio de Janeiro e em São Paulo. Como no sistema do Uber, o app te põe em contato com um passeador que esteja próximo de você.

5. QUINTAL DE TROCAS

Toda criança ama ganhar presentes – mas parece enjoar deles numa facilidade diretamente proporcional. Criada por uma mãe brasileira que queria reinventar o significado do Dia das Crianças para sua filha, a plataforma visa ao compartilhamento de brinquedos e à promoção tanto da interação social das crianças como da troca de experiências entre os pais.

6. MY OPEN CLOSET

Ao perceber que não era a única que tinha vários vestidos de festa usados apenas uma vez na vida, uma empresária paulista criou a My Open Closet. Ao promover o compartilhamento de roupas que usamos apenas em ocasiões específicas, a plataforma facilita a vida de quem tem um vestido encalhado no armário e quer ganhar uma graninha com o aluguel a de quem precisa de uma roupa especial mas não pode ou não quer pagar os olhos da cara.

7. TEM AÇUCAR?

O site brasileiro reinventou aquele toque na campainha do vizinho para pedir emprestada uma xícara de açúcar. Antigo costume das nossas avós, talvez as novas gerações apenas tenham visto isso em filmes. Mas a plataforma quer ajuda a quebrar o gelo e facilita o compartilhamento entre vizinhos, estimulando a gentileza e a colaboração na comunidade. Podendo ser troca ou doação de qualquer item, ingredientes, roupas, utensílios domésticos e até mesmo pedidos que não sejam materiais, como orientações e auxílios.

8. SMARTBEACH

O app iniciado no Rio de Janeiro funciona por geolocalização e conecta o banhista aos quiosques, barracas, serviços de praia, passeios e ambulantes. Isso permite que a pessoa tenha acesso ao cardápio do quiosque diretamente do seu guarda-sol, saiba em qual área da praia tem aulas de futevôlei ou stand-up paddle e faça pedidos para barraqueiros e ambulantes. A plataforma também possibilita a colaboração entre os usuários por meio da publicação de alertas. Os avisos são sobre problemas de correnteza do mar, questões de segurança, qualidades da água e areia e acessibilidade para deficientes físicos.

9. RENTBRELLA

É a primeira empresa a oferecer compartilhamento de guarda-chuvas na América Latina. O usuário baixa o aplicativo e pode pegar um guarda-chuva em qualquer ponto de retirada, pagando R$ 1 por hora. Quando não precisar mais, pode devolver em qualquer outro ponto, geralmente localizado em prédios comerciais ou estações de ônibus e metrô. Por enquanto, só está disponível em São Paulo, a ‘Terra da Garoa’. São mais de 50 pontos dispostos na região da Avenida Paulista.

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Em Economia Comportamental

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